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quinta-feira, fevereiro 05, 2015

Coraline (Coraline e o mundo secreto)

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CORALINE E O MUNDO SECRETO (Coraline- 2009)
O filme conta a história de Coraline Jones, uma menina de 11 anos que se muda com sua família para uma enorme casa. Entediada, a garota descobre uma porta secreta que dá para outra dimensão, bastante similar a sua, porém, tudo aparenta ser melhor.
 

                O filme conta a história de uma menina que muda de casa e por isso não tem amigos. Ela tenta conversar com seus pais, mas eles não dão atenção por estarem sempre trabalhando. Por isso quando ela encontra uma porta e vê para onde ela dá, ela fica encantada e acha que aquela casa não é tão horrível assim.
                Coraline conhece um menino, o neto da dona da casa que ela agora mora, que dá a ela uma mini-Coraline.


                Depois de receber essa boneca, Coraline sonha ter entrado numa portinha que ela achou na casa nova mais cedo naquele mesmo dia. Ao atravessar essa porta, Coraline encontra uma casa exatamente igual, porém mais viva e todos que lá vivem possuem botões no lugar dos olhos.
                Apesar da estranheza dos olhos deles, todos no mundo paralelo fazem de tudo para deixar Coraline feliz e por isso a hora que ela mais gosta do dia é quando vai dormir.
                Mas a menina começa a perceber que ficar no mundo paralelo pode não ser uma boa escolha e começa a repensá-las.

                Assisti ao filme porque todo mundo sempre fala dele e tem um ar meio sombrio, meio Tim Burton (e eu sou fã do Tim Burton! Principalmente das suas animações). Mas não fazia ideia de que era uma adaptação do livro do Neil Gaiman e eu SEMPRE quis ler um livro dele (principalmente o Sandman, que é uma HQ, mas ele quem escreveu).
                Então um filme no estilo de Tim Burton + escrito por Neil Gaiman = Um dos melhores filmes que já assisti. Quem já assistiu pode dizer (tenho quase certeza que vai dizer) que é exagero. Mas meus filmes preferidos são animações e acho que sempre serão.
                Não me surpreendeu, mas não fiquei decepcionada. Gosto de filmes em que o personagem principal é do sexo feminino com uma personalidade forte e com um nome diferente, e quando é um filme infantil então...
                Recomendo a todo mundo, porque é infantil para quem não quer ver além, assim como se pode tirar conclusões a partir do que ela passa. Com certeza já coloquei o livro na minha lista de livros para comprar. E assim que ler vou fazer resenha e até comparação com o filme!
                Comentem caso já tenham lido e assistido e digam se vale a pena ou não (se quiserem, claro).

sexta-feira, janeiro 23, 2015

It (It - uma obra prima do medo)

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IT - UMA OBRA PRIMA DO MEDO (It - 1990)
Derry, no Maine, é uma pacata cidade que foi aterrorizada 30 anos atrás por um ser conhecido como "A Coisa". Suas vítimas eram crianças, sendo que se apresentava na maioria das vezes como o palhaço Pennywise(Tim Curry) . Com esta forma ele reaparece, 30 anos depois.
 

Há alguns anos o palhaço Pennywise assustava crianças de um ciclo de amizade, até que elas conseguem detê-lo e fazem uma promessa de que se a “coisa” (daí o nome do filme) voltar, eles vão fazer de tudo para derrota-lo de vez. Pennywise volta 30 anos depois.
O filme é longo por contar a história do que aconteceu quando o grupo era constituído de crianças e depois, quando eles já eram adultos e resolveram ou não derrotar a Coisa.
O grupo de 7 crianças/adultos se conheceu por meio do bullying, o que foi uma forma muito legal de mostrar que quem as pessoas mais subestimam  podem salvar a cidade, até mesmo sendo crianças.
It vive no sistema de esgotos, por isso na maioria das vezes em que ele aparece as pessoas estão no banheiro. Ele consegue deformar a sua cara e ficar com dentes afiados e olhos vermelhos esbugalhados (o que pode parecer cliché, mas nunca deixa de dar medo). Consegue também se modificar todo, se transformando em um lobisomem, por exemplo.


O que intrigou, foi o fato de só as crianças poderem vê-lo, e a explicação (a que eu entendi) é de que It manipulou a mente da cidade toda. E quando um adulto vê algo de ruim acontecendo com uma criança (contando que não seja sua), ele não se importa.
Um fator que eu gostei muito no filme foi o sangue. Em todo momento em que o Pennywise aparece tem distribuição de sangue. E aí fica aquela imagem de todo mundo ensanguentado e pouca gente notando (o que chega a ser cômico).
O final do filme foi meio confuso, já que não explicou porque ele era assim e como ele conseguia se deformar. Quando não se conta a história do vilão, o filme fica meio incompleto. Um palhaço que consegue se transformar no que quiser, mata e assusta crianças faz isso por diversão? Só? Não tem nada por trás disso? Se não, poderia ao menos nos contar como ele fazia isso, quando ele ficou apto a fazer isso. O que é a coisa.
Mais uma vez o filme tinha de tudo para ser um filme amedrontador, mas por ser um filme de 1990 não assusta pessoas hoje em dia, onde a captura de figura é muito diferente daquela época (eu acredito). Mas devo confessar que esse filme me deu muito mais medo do que O iluminado, já que esse tem um palhaço desfigurado. E ficaria muito ansiosa para ver o filme se alguém decidisse refazer, assim como fizeram com Carrie, a estranha.
                 Claro que eu vou procurar ler esse livro também, já que acho que todas as perguntas que eu fiz serão respondidas no livro. Se não forem, a leitura com certeza será mais intensa, e lendo as emoções e os pensamentos das vítimas, o livro será uma obra-prima do medo sim.

domingo, janeiro 04, 2015

The Shining (O iluminado)

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O ILUMINADO (The Shining – 1980)
Durante o inverno, um homem (Jack Nicholson) contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.


                O filme conta a história de uma família que vai passar alguns meses em um hotel durante o inverno. Essa família é constituída pelo Jack, Danny e Wendy.
                Danny é uma criancinha que fala com um “pequeno menino que vive em sua boca” chamado Tony e ao longo do filme, percebemos que esse Tony lhe mostra coisas (umas coisas muito cabulosas).
Eles vão para o hotel porque Jack vai trabalhar como zelador lá, já que o hotel não funciona durante o inverno. O proprietário o informa que um dos últimos zeladores ficou louco com a solidão e matou a esposa e filhas com um machado, mas Jack diz que isso não será um problema.
Eu comecei assistindo o filme com muito medo. Esse começo falando de um menino falando com outro e um hotel onde um homem matou sua família não me foi bem-vindo. Porém, ao decorrer do filme, eu percebi que ele não era nem 30% assustador. E isso se deve ao fato de o filme não ser estruturado para isso. Não tem os momentos de suspense que eu esperava. E para ser sincera todo o 20% assustador foi só de eu esperando algo assustador (nada como uma expectativa para enganar seu cérebro). Talvez isso foi da época que foi criado. Talvez não soube ser criado. Talvez eu precise de mais para ter medo mesmo. A resposta disso só pode vim com um filme vindo de outro diretor e de outra época.
Não gostei de Wendy. Eu sou mais a favor de mulheres confiantes e que se choram com medo pelo menos tentam fazer alguma coisa. Ela tentou, mas não de uma maneira forte. Não era como se ela tentasse se defender, era como se ela não quisesse pensar que não tentou.
Jack é um personagem que eu odiei do começo ao fim, porque ele não é educado com a família e quem gosta de um pai que trata mal a mulher? Ele é um escritor e quis o trabalho justamente porque teria tempo para escrever o livro. Por estar escrevendo, não quer a presença de ninguém perto dele. O que fez eu me perguntar porque ele estava reclamando de estar só se ele estava por escolha dele, já que tinha a mulher e o filho para fazer companhia e ele simplesmente negou.
Ao decorrer do filme acontecem várias coisas que eu sei que se fossem bem estruturadas e filmadas e colocadas em bom ângulo e tempo, teriam dado mais medo (eu falo como se fosse uma produtora profissional). Mas não foram bem colocados, então se aparece uma pessoa morta no meio de um corredor (eu disse “se”, nada de spoiler’s então), não é nada demais porque não foi bem colocado. A sonoplastia não ajudou. E nem a “atuação” do menininho (que me fez pensar que foi escolhido só porque é loirinho e bonitinho).
Decepcionei-me com o filme. Esperava muito mais. Esperava não conseguir dormir de noite. Esperava querer colocar a televisão no congelador (quem assistiu F.R.I.E.N.D.S conhece). Em vez disso fui curtir o ano novo normalmente sem nem me lembrar disso (apesar de não querer ficar sozinha por um segundo) e fiquei morrendo de vontade de ler o livro, porque eu sei que não gostei do filme porque era um filme mal estruturado (foi mal estruturado pra mim) e que o livro vai ser muito melhor (eu espero que seja muito melhor).