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sexta-feira, junho 05, 2015
RESENHA DE N° 7: A playlist de Hayden, Michelle Falkoff
Publicado pela editora Novo Conceito;
285 páginas;
Avaliação:
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O livro
começa com o principal, Sam, encontrando o amigo morto, Hayden, e com ele um
pen drive e um bilhete que dizia: “Para Sam. Ouça. Você vai entender.”
Já dá pra deduzir a tristeza toda que o livro vai ser.
Sam é
um menino magro e alto e normal. É um geek, então já seria um ótimo amigo para
mim. Ele fica obcecado com a playlist e em descobrir porque Hayden de matou. Se sente culpado porque eles
tinham brigado na noite em que isso aconteceu, então todas as músicas que falam
sobre tristeza e solidão o faz sentir muito pior.
Hayden
e ele jogam um jogo de MMORPG (Um jogo onde os jogadores podem interagir
independente da distância) e depois que Hayden morreu Sam continua recebendo
mensagens do Arquimago_Ged, que era o nome de Hayden no jogo. Então ficamos
suspeitando que Hayden tenha amigos (ao menos um que tem a senha) além de Sam,
e ele não sabia disso, já que fala o tempo todo que eles só tinham um ao outro.
Sam
conhece Astrid e como se espera, se apaixona por ela. Ela falou que era amiga
de Hayden, mas sempre oculta como se conheceram. Sam começa a acumular muitas
perguntas e nenhuma resposta. Por que Hayden se matou? O que aquelas músicas
queriam dizer? Por que Hayden não falou de Astrid? Quem é o Arquimago_Ged?
Muitas
outras perguntas aparecem, e as respostas também. A maioria não é surpreendente,
na verdade talvez só uma seja, mas isso de nada importa. A narrativa nos prende
tanto porque é de fácil compreensão como porque existem tantas perguntas sem
respostas que não podemos conter a curiosidade e ficamos lendo até termos uma
resposta.
Ao conhecer Hayden ficamos tão
apaixonados por ele (principalmente nós igualmente geeks) que chegamos a ficar
triste realmente, como se o conhecêssemos ou com muita vontade mesmo de conhecê-lo.
Ele sofre bullying pela família. E somente pela família. Uma coisa muito
diferente do que quase sempre é abordado e que talvez seja até pior do que o
bullying que geralmente é abordado e que temos mais conhecimento.
O que mais me deixou decepcionada
foi a playlist. Não as músicas que tem nela, mas a importância que todo mundo
(editora e autora) dá a ela para ela não ter quase nenhuma importância de
verdade. Sam só a menciona de vez em quando, falando se conhecia a música e o
que ela quer dizer, mas não fala nada demais e no final mesmo ele diz que não
serviu de nada.
Mas quem quiser ouvir à playlist
aqui está, aproveitem (se é que é possível):
É um livro que nos deixa só mais
curiosos à medida que os mistérios são desvendados e apesar disso o final não é
surpreendente e nem alegre. Recomendo para você que quer ler uma coisa
depressiva e misteriosa, a história pode não ser surpreendente mas a autora
sabe escrever bem e nos deixar realmente curiosos.
sexta-feira, maio 29, 2015
Li os primeiros capítulos de: Magisterium: O desafio de Ferro, Holly Black e Cassandra Clare
Tem
como personagem principal Callum Hunt que vai fazer o Desafio de Ferro, um
teste necessário para ingressar no Magisterium, uma escola de magia. Com isso
temos magia e crianças, o que nos lembra uma certa série de histórias com isso.
Li os
primeiros oito capítulos e aqui estão três tópicos que decidi falar sobre as 145
páginas lidas até agora.
- · Alastair
O pai de Call é quem aparece
primeiro, no prólogo. O prólogo é uma cena pós-guerra onde um homem está procurando
uma mulher e um bebê, e os encontra. A primeira morta e o segundo vivo e seguro.
Mais tarde descobrimos que o bebê é Call e a mulher, sua mãe.
Desde esse dia, Alastair sempre
fala mal dos magos e do Magisterium para Call e enfatiza o fato da sua mãe
estar morta por causa de magos e suas magias.
Alastair chega a ser irritante de
tanto repetitivo que é, mas felizmente ele não fica por muito tempo
(fisicamente) no livro, já que Call vai para o Magisterium (e isso não é spoiler,
porque está na cara) Alastair não vai, mas Call fica lembrando de tudo o que
ele te contou.
- · Magisterium
O Magisterium não é um lugar nada
convidativo, porque é uma caverna. Para mim cavernas não são convidativas. Mas
o fato de ser uma caverna é legal, já que assim não é uma coisa grande e
estranha e que todo mundo pode perceber e se interessar, é só uma caverna.
No interior, o Magisterium tem
lagos e portas abertas através de pulseiras, salas recreativas com jogos,
filmes manipulados e piscina.
No primeiro ano no Magisterium os
estudantes são do Ano de Ferro, depois passam para cobre, bronze, prata e por
último ouro. Deduzimos assim, que a série terão cinco livros.
- · Callum Hunt
Call é um menino com defeito numa
das pernas e por isso sempre está “atrasado” com relação a tudo, por isso fica
muito empolgado quando descobre que pode aprender a voar futuramente e com a
navegação nos navios com a força do pensamento. Mas ele não pretende ficar no
Magisterium, o que ele quer é voltar para casa e ficar com o pai. Porém, depois
de ver como o Magisterium é maravilhoso, ele fica constantemente culpado por
querer ficar e deixar seu pai sozinho.
Call é muito chato às vezes,
temos a impressão de que ele não pensa antes de falar, por isso sempre fala
coisas ignorantes e sem sentido só por birra e porque quer ser chato mesmo. Mas
isso nem sempre nos incomoda porque ele não fala muito, já que não tem amigos.
Já se passaram 145 páginas e não
tem muito o que falar. Quando eu terminar o livro talvez venha a fazer resenha,
quem sabe? Por enquanto é só isso. Até mais.
sexta-feira, março 20, 2015
Li os primeiros capítulos de: A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff
O livro
começa com Sam encontrando Hayden morto e com um pen drive e um bilhete ao seu
lado que dizia: “Para Sam. Ouça, você vai entender”. Ou seja, o livro já começa
com esse drama todo e com músicas (que deduzimos) dramáticas também.
Essas
são as primeiras impressões do livro. E o que eu estou sentindo (e o que está
me intrigando) após ler os primeiros 8 capítulos do livro são:
- · Eu queria muito ser amiga do Hayden e do Sam.
Sam fala muito sobre eles só terem um ao outro porque eles
eram muito diferentes dos demais adolescentes. Mas o Sam não me conhece. Não
sabe que eu gosto de Star Wars igual eles. Não sabe o quanto eu sofri bullying
também.
- · Eles são geeks, mas não dorks.
Não entendi direito o que são dorks, mas imagino que sejam
geeks com um pouco de preconceito quanto a outras coisas não-geeks. Espero não
ter sido confusa. Eles gostam de RPG e jogam jogos de RPG. Mas não deixam de
lado a música. Eles seriam perfeitos amigos para mim!
- · Qual foi o estopim que fez Hayden se matar?
Essa pergunta está me matando (ba dum tsss). Eu li os
primeiros capítulos, conheci Hayden, conheci Sam, amei os dois e “acabou”. Eu
preciso saber porque o Hayden se matou. Até porque esse é o mistério que no deixa
curiosos desde o: “Ouça, você vai entender” que aparece logo no prólogo. Fiquei
com muita vontade de baixar a playlist para ouvir. Mas cada capítulo é uma
música dela, e eu não tenho todos os capítulos, então... Preciso do exemplar.
Preciso entender.
- · Arquimago_Ged
Sam e Hayden jogam/jogavam um jogo de MMORPG (um jogo de
RPG em que os jogadores podem interagir) e uma vez em que Sam está jogando para
tentar parar de pensar no Hayden o tempo todo, um jogador chamado Arquimago_Ged
vem falar com ele. A pessoa que usava esse nome de usuário no jogo era Hayden,
e a pessoa que usa agora, mantém em segredo a sua identidade.
- · A briga na festa
Sam fala que foi falar com Hayden para conversarem e
tentarem se entender após uma briga que tiveram na festa, e invés disso o encontrou
morto. Por isso, ele se culpa da morte de Hayden. E fiquei querendo achar que
Sam não foi o motivo, mas não pude criar uma opinião formada porque não sei o
que aconteceu na festa.
- · Astrid
Astrid é uma menina que Sam conhece no dia do funeral de
Hayden. Ele se surpreende ao saber que ela conhece Hayden e ela é muito legal.
Então surgem os enigmas: “Por que ele nunca a apresentou ao Sam?” e “Será que
eles vão namorar?”.
O fato de eles não serem apresentados me deixou muito
intrigada e o fato dela não explicar muito bem a relação entre ela e Hayden
também. O que me fez pensar que talvez ela fosse uma amiga secreta dele (mas
mesmo assim, por que secreta? E por que não apresentou?).
Confesso que no começo não gostei de ter uma menina no meio
da história. Por que todo livro tem que ter um romance? Até mesmo esses que eu
pensei que não tem onde se encaixar um romance. Mas a autora encaixou. E ela encaixou
bem. Ela colocou uma personagem nem um pouco chata e que me fez querer conhecê-la.
Uma personagem enigmática, mas não é mais do mesmo.
Então
resumindo, os personagens são demais, a autora escreve bem e a história é muito
boa. Mas teve uma coisinha que me incomodou. O principal nunca é o baixinho e
gordinho, igual Hayden, é sempre o magro e alto, igual Sam. Isso eu acabei
deixando de lado, mas espero que futuramente troquem os papéis do principal e
do coadjuvante, pelo menos uma vez em alguma história de livro.
O livro será
lançado dia 6 de abril, pela Editora Novo Conceito. Eu o recomendo para quem
gostar de drama, música, mistério e romance. Juro que não vai se arrepender.
Porque eu não sou muito afim de drama e romance, mas eu abri mais a mente para
esses gêneros depois de ler só esses capítulos do livro, imagine depois de
lê-lo (porque eu vou adquirir, sem dúvidas) inteiro.
quinta-feira, dezembro 25, 2014
RESENHA DE N° 5: A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra, Robin Sloan
Publicado pela editora Novo Conceito;
288 páginas;
Avaliação:
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O livro
começa com Clay Jannon contando que trabalha numa livraria chata e que deveria
estar utilizando os conhecimentos que ganhou na faculdade. Ou seja, deveria ser
um web designer. Aí já começa meio chato. Porque como sempre colocam, o autor
diz que pessoas que sabem mexer em coisas nos computadores não são muito
chegadas a livros e praticamente o mundo fora do computador. E aí eu já começo
a odiar o personagem principal.
Clay
começa a perceber que na livraria existe uma parte onde é uma biblioteca. A
qual as pessoas vêm, pegam um livro e devolve o que pegaram emprestado antes
(nossa! Como se vocês não soubessem como funciona uma biblioteca). Só que a
parte da biblioteca é muito estranha, porque só pessoas (geralmente velhas
(Velhos não se ofendam , por favor)) de um clube escolhido pelo dono da
livraria podem pegar os livros da biblioteca, e esses livros estão sempre
escritos em códigos.
O dono
da biblioteca/livraria é o Sr. Penumbra (que no livro sempre se refere a Mr.
Penumbra, então eu me pergunto se o tradutor pensou que “Mr.” Era nome próprio
sem tradução), que é velho e divertido. E o meu personagem preferido. Ele é
ousado e nunca se importa com as reclamações do seu “patrão”.
Clay conhece
Kat, e se apaixona por ela. Esse romance é muito chato. Porque os dois
personagens são chatos (a menina é bem mais chata que ele). Porque ambos só
falam da internet, da imortalidade (o que poderia ser uma assunto legal se não
abordado dessa maneira) e do Google. Kat trabalha no Google, por isso tudo o
que outras pessoas pensam que não conseguem resolver ela diz que o Google pode
e que ele tem a resposta certa. Se os funcionários da Google são chatos assim,
espero nunca conhecer um.
Os post-its
que eu coloquei não foram todos para partes negativas dessa vez (Yaaay!). Eu fiquei
revirando os olhos quando Kat diz tal frase para Clay: “vai ter de beber, senão
não é uma festa de verdade, né?” Pag.75. Ok, então eu nunca fui a uma festa de
verdade na minha vida. E o mais chocante:
eu nunca pretendo ir.
Mas uma
coisa que me deixou feliz foi que: A Sra. Lapin (um dos membros da biblioteca e
que sempre a chamam por “Miss” também), tem sua casa com cheiro de maconha
sempre. E às vezes tem a fumaça! Eu não estou dizendo que isso é uma coisa que
pessoas deveriam fazer. Eu estou dizendo que autores deveriam fazer! Mas não
fumar (porém se quiserem, podem ir), e sim quebrar o preconceito. O preconceito
de que só quem faz coisa “proibida” são os jovens porque eles são “imprudentes”.
Que nada! Sra. Lapin é muito inteligente! E eu gostei de ele não ter atribuído
isso a algum jovem que ele cita e quem tem caráter fraco.
Chega
uma hora que o menino descobre porque os livros da biblioteca são
criptografados e é aí que o livro fica interessante. Antes disso, o livro era
só uma história chata de um menino que não gosta de onde trabalha e que está
encantado porque está namorando uma mulher que trabalha no Google.
E a
parte realmente interessante do livro é parte que eu menos entendi. Eu não sei
se foi porque o escritor não soube escrever ou porque eu não soube ler. Eu sei
que todo o enigma que tem e a resposta são confusos. E que até agora (eu
terminei o livro algumas horas atrás, mas mesmo assim) eu ainda estou tentando
entender essa parte do livro.
O livro fala muito sobre uma
fonte em particular. A Gerritszoon. Fala muito bem dela, como se fosse
sensacional, uma das mais lindas do mundo. Mas é normal. Clique nessa frase para ver a fonte (provavelmente você faz coisas em algum editor de imagem, né?). Mas o fascinante da fonte, é que ela foi
feita no metal, esculpida mesmo, por Grifo Gerritszonn (e eu só sei fazer cobrinhas nas massinhas).
Isso é o que o livro diz, eu não procurei saber se era verdade.
O fim do livro é confuso. É um
final chato. Eu, sinceramente, li e fiquei pensando: “É isso? Eu li o livro
todo para isso? Eu fiquei com vontade de abandonar, mas depois fiquei com
vontade de ler de novo, para nada? Sério? Mesmo?”. É, eu sou muito seletiva
quanto a livros que não têm como protagonista crianças.
quarta-feira, dezembro 10, 2014
RESENHA DE N° 4: O Começo de Tudo, Robyn Schneider
Publicado pela editora Novo Conceito;
288 páginas;
Conta a história de Ezra
Faulkner, um menino que era o melhor jogador de tênis, era quem todos queriam
ser, namorava uma menina que todos queriam namorar, tinha os amigos que todos
queriam ter. Até que ele sofre um acidente.
Nesse acidente, o joelho dele é atingido e por isso ele só consegue
andar com a ajuda de uma bengala.
Os “amigos” dele não foram visitá-lo
no hospital, e nem em sua casa. E é isso que o faz ficar uma daquelas pessoas
que não tem vontade de viver e etc. Não que ele seja um depressivo que pensa em
morrer, mas ele é um daqueles que pensam: Agora que eu não sou popular, não sei
o que faço da vida. E se afasta dos antigos “amigos” dele porque obviamente
eles não pareciam tão amigos assim.
No primeiro dia de aula, ele
volta a falar com um amigo que não falava a muito tempo, um amigo que ele diz
ter se afastado dele, depois de uma tragédia. Toby, o nome desse amigo. Toby é
o personagem que eu mais gostei no livro todo. Acontece uma tragédia com ele e
mesmo as pessoas sendo babacas o suficiente para fazer brincadeira com isso,
ele não está morrendo, diferente de Ezra.
Como o menino principal está com
o joelho acabado, não tem como jogar tênis, e como ele é uma pessoa obcecada
por isso, no livro todo ele fala disso. De como sente saudades, do que fazia e
etc. Mas antes ele cita que só joga tênis tão bem porque os pais dele o
obrigaram a aprender (e sabemos que “obrigar” é contra vontade. Deduzindo
então, que ele não gostava)(vocês estavam sentindo falta dos parênteses que eu
sei).
Então, Toby convida Ezra para ser
do grupo de debate, e é assim que ele encontra um novo grupo de amigos. Nesse
grupo ele conhece Cassidy. Uma menina a qual ele se apaixona (e que era uma
pessoa bem legal até o final).
Um fator que me incomodou muito
(extremamente) foi todo mundo que faz uma idiotice ser chamado de “filho da
puta”. Para Ezra e seus amigos putas ensinam aos seus filhos e filhas a bater
nos carros e não socorrer as vítimas, a insultar pessoas com deficiências e a pichar
brinquedos de crianças. Eu digo isso (caso não tenha percebido) ironicamente,
porque quando essas coisas acontecem o primeiro “insulto” que lhes vêm a cabeça
é: “Você é um filho da puta.” Ok, então se minha mãe fosse uma puta, todas as
idiotices que eu fizesse seria culpa dela, apesar de quem ter feito fui eu e
não ela. É por isso que diferente do que Sarah Mlynowski fala na contra capa do
livro, eu não fiquei loucamente, profundamente, desesperadamente apaixonada por
Ezra Faulkner, porque eu não me apaixono por pessoas machistas.
Sem contar que quando Ezra pensa
na possibilidade de Toby ser gay ele pensa exatamente assim: “Era estranho para
mim pensar que Toby podia ser gay. Não deixa de ter sentido, mas não me incomodava
em nada.” (pg. 167). Não é estranho se sentir bem porque alguém é gay, é
estranho você se incomodar com isso, porque a vida é dele e ele é gay porque
ele é e acabou. Porque você se incomodaria com ele ser gay mas não se incomoda
com sua amiga ser hétero? Podem pensar ser coisas diferentes mas não é. E o que
me incomoda mais nesses dois pontos, é estar escrito num livro, um objeto que
ensina, maneiras preconceituosas de lidar com uma situação.
Mas enfim, no final nos é
revelado algo (o que eu já sabia e pensei que não era segredo), que não explica
muita coisa. Que não explica nada. A consequência dessa revelação não tem
sentido. E o livro acaba com uma situação sem sentido (tão sem sentido que
quando eu acabei o livro fiquei: hã?). Desculpem-me se não estou sendo clara,
caso eu fosse, estaria dando spoiler. Mas, se vocês leram, podem deixar nos
comentários que nós conversamos sobre o livro! Eu aceito discordâncias, e
aceito perguntas também.
Caso você goste de um livro onde
tem todo aquele cenário de pessoas populares na escola e tentar descobrir quem
você realmente é, você vai gostar desse livro. Porém, eu sinto como se não
fosse o melhor livro sobre isso (eu sinto que nem é perto disso). É com certeza
um livro para passar o tempo. É leve, e não tem complicação nenhuma. É fácil de
entender e gostar, mas não é de se amar.
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